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domingo, 13 de julho de 2008

Na sequência... eis o meu Domingo!

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O meu Domingo

Hoje foi um dia interessante. Apesar das dores de dentes até estive bem disposto, mais do que era suposto. Comi bem melhor do que ontem, muito melhor mesmo! Talvez tivesse sido por causa das visitas cá em casa. A tia Dora e o tio Bruno. O tio Bruno vai muitas vezes à pesca e, de vez em quando, oferece-nos um manjar. Ontem pescou muitos peixes lá para o outro lado da ilha. Foi num barco grande! Ontem veio cá a casa trazer a pescaria, portanto hoje comeram todos caldeirada de Bicuda... e eu :-( sopita outra vez, mas mesmo assim mnhammmm estava boa. Depois comi "mousse" de manga com pêra e mais uma vez mnhammmm estava bem boa! Não fosse a dor de dentes tinha marchado toda.
Dormi 2h e 30m depois do meu almoço e há muito tempo que os papás não estavam sozinhos a conviver durante tanto tempo sem mim.
Depois disso, repeti a dose da tarde de ontem na praia do costume, mas em vez de lá estar a Carlotinha, estavam os meus tios! A mãe ía sendo presa... só faz asneiras... viu uns meninos a ser maus pra outro e fingiu chamar a polícia imitando uma chamada telefónica... e um dos meninos, mais destemido, foi a correr chamar o pai. E adivinhem de que zona era o menino????? Pois isso mesmo... a mãe acreditou que talvez viesse toda a família e ficou cheia de medo de um escandalo.
Já em casa comi, brinquei, brinquei e brinquei e depois do banho dormi antes de estar de pijama vestido... tal a farra do dia inteiro...
Começou hoje a contagem decrescente... 8...

domingo, 25 de maio de 2008

O Dia de Domingo...

Este jardim fascina, chegamos e somos de imediato envoltos num tapete colorido e eis-nos transportados para a beleza, sem ter sequer de viajar para longe... está mesmo aqui, a 1 km de casa. Cada canto deste jardim é surpreendente. As pessoas entram e saem ligeiras. Ao longe conseguimos ouvir as crianças. Num canto do jardim existe o Rotas, o café da Catarina, amiga da mãe, conheceram-se numa altura em que ambas ainda faziam teatro. Fizeram uma peça infantil juntas. A mãe criou o argumento e a Catarina levou a cena. Chamava-se "Era uma ilha de pernas pró ar". A mãe tem saudades. Lá nesse café existem puffs gigantes onde as pessoas podem, confortavelmente tomar um chá e comer um delicioso bolo de chocolate capaz de estragar a dieta do mais forte resistente. A mãe raramente resiste. Hoje resistiu. O Gui fez a sua sessão fotográfica deitado nos puffs. Na companhia da sua namorada Carlota, passou uma tarde tranquíla no parque.
Quando a Carlota se retirou com os pais e os avós, o Gui e a mãe (o pai ficou a trabalhar) continuaram a passear juntos, descobrindo por lá novos recantos. Todos os dias descobrimos algum diferente. Por esta altura as flores estão a florir e a beleza contagia. O Gui observa tudo com ar compenetrado e a mãe explica tudo, com calma, chamando as coisas pelos nomes. Ele adora mexer nas flores, abaná-las freneticamente. A mãe insiste que ele cheire, mas ainda resiste.
No regresso a casa brincámos e rolámos no tapete cheio de bonecos giros pendurados que nem bolas de futebol para os seus pés... depois, mesmo cansado, comeu tanto que a mãe até ficou preocupada...
Agora o Gui dorme, mais uma vez, calmo e sereno e a mãe vai muitas vezes vê-lo sonhar.